Post Aleatório . 02-08-2010

Filme: Fúria de Titãs

Confesso que não me lembro mais do filme original. Assisti quando muito pequena e não ficou gravado na memória, então não tenho como comparar. Como pontos positivos, diria que temos algumas criaturas que, esteticamente, deram muito certo: Kraken, Pégaso, Medusa, Hades, a armadura de Zeus. Já como...

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Kraken

Baterias

Categorias: Coisas da minha cabeça

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Postado por Lux em: 24-05-2012

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Teclado bluetooth da Apple

Há algum tempo, o Mac que uso no trabalho deu um alerta: “Troque imediatamente as baterias do teclado”.

Conferi, tinha 10% de carga ainda. 3 semanas se passaram, e finalmente o nível de carga caiu para 0%. Agora sim troquei as pilhas!

Confesso que esse teclado é bonitinho e prático… Mas sou contra usarmos dispositivos com baterias, quando não há necessidade para isto – eles poderiam perfeitamente estar ligados direto na tomada (mesmo que via USB/Thunderbolt).

Conforto, luxo, praticidade… Quem não gosta? Mas a verdade é que exageramos… Pensando mais objetivamente: Usar este tecladinho, no ritmo de consumo de bateria dos últimos 10% (que se foram em 3 semanas), implica em jogar no lixo 2 pilhas a cada 30 semanas. A não ser que sejam recarregáveis, claro. Já se ele tivesse um CABO, o lixo periódico seria ZERO.

Não sei quantos deste modelo foram vendidos mas, só aqui na empresa, temos uns 10. São 20 pilhas a cada 30 semanas. Ah, lembrando que também usamos a mesma quantidade de trackpads bluetooth… Portanto, 40 pilhas a cada 30 semanas. Pensando que a maioria das pessoas troca as baterias quando o computador manda, não quando realmente precisa, temos de adicionar mais uns 10% de lixo… Então estamos perto de 44 pilhas.

E aí, já está começando a incomodar? Tendo em mente que o lixo poderia ser ZERO, qualquer UMA pilha jogada fora é um exagero.

Pense neste problema de escala… Hoje somos uma empresa pequena. E quando formos grandes? Geraremos um lixo de 2421 pilhas a cada 30 semanas? Mais? Penso que qualquer empresa deve pensar com muito amor e carinho antes de tomar decisões de compra para sua infraestrutura, colocando na balança não só a funcionalidade, ergonomia, beleza, durabilidade, compatibilidade e custo da peça (que são os principais fatores considerados em uma BOA compra). É preciso pensar além.

Onde trabalho, lutei para convencer a eliminar os copos descartáveis. Parece bobeira, mas foi uma briga boa, e ganha. Também convenci a deixar a maioria das luzes apagadas – incomoda as pessoas e desperdiça energia. Pra que então deixar tudo ligado?!

…Agora tenho em vista estas pilhas, e depois um hábito terrível de embalar todas as frutas com filme plástico. Lixo, lixo e mais lixo desnecessário.

Foto Remix – Photoshop, Moiré, Coruja e outros bichos

Categorias: Coisas afins, Coisas da minha cabeça

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Postado por Lux em: 23-05-2012

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Hoje um amigo postou, em uma rede social, uma linda imagem de uma coruja, compartilhada originalmente na página “O Bosque de Berkana“. Estou acostumada a ver “reposts” deles, pois realmente publicam imagens lindíssimas. Ok, costumam vir com mensagens que, muitas vezes, são meros blablablas de autoajuda… Mas podemos ignorar esta parte e focar somente nas imagens, certo?

Pois bem. Gostei tanto da tal coruja, que decidi pesquisar o trabalho do fotógrafo original. No processo, descobri uma coisa mais que exótica: as imagens da página “O Bosque de Berkana” são quase todas tratadas! Tratadas por que, para que, aí eu não sei… Vejam o exemplo da coruja que me encantou, em pleno vôo:

Caso você não tenha conseguido notar a diferença, recomendo dar uma passada rápida no oftalmologista. Mas, enquanto isto não acontece, coloquei uma imagem sobre a outra, aí não tem como não notar o uso desnecessário de Photoshop:

Não vou dar uma de purista, e dizer que o trabalho de um artista jamais deve ser alterado por terceiros. Pode e deve… Eu mesma costumava fazer inúmeras montagens, wallpapers… Photoshop pra que te quero! Se músicos podem fazer remixes, porque nós, designers, não poderíamos?

Tive um professor que batia muito em uma tecla – uma regra geral para qualquer trabalho visual / design: se você pretende deixar os objetos desalinhados entre si, deixe eles REALMENTE desalinhados. Deixá-los mais ou menos alinhados é o mesmo que fazer um trabalho meia-boca, amador… É algo mal resolvido, mal feito.

Esta regra pode ser aplicada para quase tudo: tratamento de cor, alinhamento, tipos de letras em um documento… Ou siga um padrão formal, ou ouse realmente. Não ouse pela metade!

…Transpondo esta lógica para a foto da coruja, penso que se eles queriam tratar a foto, poderiam ter feito algo mais trabalhado, com máscara pra diferenciar a coruja do fundo… Enfim, seria legal se tivessem feito algo mais interessante. A versão deles é tão próxima da original, que nem deveria existir!

Mas suponho porque isto aconteceu: quando temos o hábito de tratar fotos, tudo que publicamos e usamos em nossos trabalhos acaba sendo alterado um pouquinho. Falando em “photoshopês”: pode ser só um pouquinho de “hue/saturation”, ou uma mexida suave nos “levels”… Mas temos de fazer. É um péssimo hábito, muitas vezes o certo é deixar estar. Ainda mais se o tratamento estiver sendo feito em uma foto para impressão offset. Múltiplos “stretches”, alterações nos “levels”, etc… Podem causar consequências inesperadas, como moirés. Mas claro, a maioria das pessoas nem sabe o que é isso : )

Ok, estou sendo chata.

Sou chata. : )

Fico feliz que não tenham tirado a marca d’água com o nome do fotógrafo, pois ela me levou ao site dele: http://www.photodom.com/member/jjbeggar.

Recomendo acessar, há diversas outras fotos de pássaros em pleno vôo. Lindíssimas!

“Virgin” Galactic

Categorias: Coisas da minha cabeça, Vídeos

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Postado por Lux em: 23-05-2012

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Comercial no mínimo curioso da Virgin Galactic

Meu lado que é fã de ficção científica e completamente nerd, anseia pela época em que a humanidade será capaz de fazer viagens interplanetárias, quem sabe até intergalácticas (o que vai muito além de um mero passeiozinho fora de órbita, claro). Mas tenho também um outro lado, que torce para a humanidade NUNCA conseguir fazer isso… Onde colocarmos os pés, haverá destruição e exploração. Talvez seja melhor nem ir.

Ambiguity

Categorias: Coisas da minha cabeça

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Postado por Lux em: 22-05-2012

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Eu não sou uma linguista, mas definitivamente amo ambiguidade mais que a maioria das pessoas.

Originalmente postado no Language Log.

I Want Cock + Tampopo

Categorias: Coisas da minha cabeça, Filmes

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Postado por Lux em: 21-05-2012

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Sou muito fã de idiomas orientais, e não subestimo de forma alguma a complexidade que é conseguir migrar do inglês para chinês (e vertentes), e vice-versa. Não sei bem como funciona no coreano (que é o caso do vídeo abaixo), mas no chinês existem múltiplas entonações para cada sílaba, todas muito parecidas entre si. Este link tem um guia rápido para a pronúncia correta do Pīnyīn (e melhor começar o assunto assim, afinal se o texto estiver em Hànzì, nós ocidentais nem saberíamos como começar a ler). Note como o significado da palavra muda completamente, com uma mera mudança de pronúncia.

Assim, chegamos ao vídeo do momento:

A parte chata não é a piada, extremamente adolescente, da menina coreana tentando falar “I want coke” e falando efetivamente “I want cock”.
O que incomoda é que ela está dando aulas! É como o professor de português que ensina a falar “asterístico”, “seje” e outras atrocidades… Um crime.
Por fim, imagine quantos(as) alunos(as) ela já teve… e quantos já foram ao exterior. Preciso falar mais algo?

Este assunto me fez lembrar de uma cena específica, de um filme divertidíssimo: Tampopo.

A professora de “cultura ocidental”, “educação e bons costumes”, ou algo do tipo, ensina sua trupe a comer spaghetti educadamente. Enquanto ela ensina a usar o garfo e a colher, e a comer sem fazer absolutamente som algum, um homem ocidental tosco se acaba no próprio prato de spaghetti, comendo sem nenhuma educação, fazendo barulhos horripilantes, mas certamente com muita liberdade e prazer.

Há duas coisas a aprender com isto (e mais algumas, se você quiser abstrair mais):

  • Exemplos – bons ou maus – de pessoas mais influentes (sejam elas mais experientes ou não), ensinam mais que uma teoria bonita. Quem convence mais em uma aula de cultura ocidental? A professora oriental, ou o homem ocidental?
  • Nem sempre o que é educado, bonito e politicamente correto é o que é mais gostoso de fazer. Claro que quando estamos em público, temos de ter limites… Não devemos incomodar os outros, da mesma forma que não queremos que nos incomodem. A questão é: você sozinho em sua casa, comeria algo completamente sem modos, com as mãos, fazendo barulho… Uma verdadeira “lambança”? Ou mesmo sozinho tem vergonha e prefere nem tentar?

Fica a dica: Tampopo é um filme bem divertido e fora do convencional, cujo tema central é COMIDA. Comida boa, comida ruim, sexo com comida, técnicas de fazer comida, prazer ou não em comer… Enfim, tudo sobre comida.

Diablo versão Aeon Flux?

Categorias: Games, Séries

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Postado por Lux em: 09-05-2012

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Infelizmente o nome PETER CHUNG, neste caso, não implica em uma animação poderosa, como foi Aeon Flux em seu tempo. Mesmo assim, é um trailer que foge do convencional e, por isto, vale a pena ser assistido.

A pena é que até o último segundo de vídeo, eu ainda esperava ver alguma cena ou personagem impressionante, e o máximo que conseguiu se destacar foi uma “anja” com a voz da Sylvanas Windrunner. Bleh.

Da próxima vez, aproveitem melhor a participação do Mr. Chung.

…e aproveitando o tema, o vídeo de abertura de Aeon Flux, com um diálogo que me perseguiu por anos! Maravilhoso!

Trevor Goodchild: The dream to awaken our world!
Æon Flux: You’re out of control.
Trevor Goodchild: I take control. Whose side are you on?
Æon Flux: I take no side.
Trevor Goodchild: You’re skating the edge.
Æon Flux: I am the edge.
Trevor Goodchild: What you truly want, only I can give.
Æon Flux: You can’t give it, can’t even buy it, and you just don’t get it.

Os patos do Ibirapuera

Categorias: Coisas da minha cabeça

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Postado por Lux em: 07-05-2012

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Depois de passar o domingo no Parque do Ibirapuera, fiquei pensando em como hoje deve aumentar drasticamente a taxa de fotos de patos publicadas no Facebook (e ainda Orkut, porque não?)…

Pessoas histéricas apareciam correndo e gritando “NOSSA, OLHA!!! UM BICHO!!! É BRANCO!!! TIRA FOTO DE MIM COM O PATO! QUE LINDO!!! WAHHH!”. E então longas sequências de fotos eram tiradas. Para combinar com o tema, as meninas faziam a famigerada “duck face”.

Fiquei impressionada com o exagero na reação das pessoas. Será que nunca viram um bicho de perto? É possível.

…E os patos são safados, sabem que fazendo um showzinho, ganham comida… Chegam perto, grasnam, fazem dancinhas.

A única coisa que todas essas pessoas “encantadas com os lindos animais do parque” não notaram, é que estavam fazendo caca. Tirar foto com o pato, todo mundo quer… Ler a placa e seguir as instruções, jamais.

* Apesar que, em um momento, senti que estava sendo fortemente intimidada por um ganso enorme. Ele chegou perto, olhou nos meus olhos, olhou pro que eu estava comendo, e então rosnou profundamente. Ok, o termo certo seria grasnar, mas aquilo foi verdadeiramente um rosnado. Achei que se não desse um pedaço, ele comeria meu dedo, ou que sabe morderia minha perna. Sinto que fui vítima de bullying! *

Mude o status no facebook para “Relacionamento Sério”

Categorias: Coisas da minha cabeça

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Postado por Lux em: 03-05-2012

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Comecei o dia vendo esta curiosa "piada de facebook". Quer dizer que "Altero status do Facebook" agora é uma "feature de destaque" em um possível pretendente?! Devo estar mesmo defasada, ou talvez eu seja muito conservadora.

Tenho notado que, em muitos novos relacionamentos, a mudança de status de “Solteiro(a)” para uma dentre as diversas categorias de relacionamento que o Facebook disponibiliza, tem se tornado um enorme dilema, um grande tormento… Fica um jogo de “quem vai mudar o status primeiro”, e para qual status… Como se isso fosse realmente importante, e competisse com o famoso dilema de quem vai dizer “Eu te amo” primeiro… Até este último dilema eu acho bobo, se você ama, diz e pronto. Mas entendo que há um conflito maior envolvido, realmente íntimo. Tem a ver com a tal vulnerabilidade.

Cá entre nós, o que é mais importante? Olhar no olho de seu(ua) parceiro(a) e descobrir se há ou não paixão, amor, carinho… Ou dar um nome para isso? Entendo que o nome serve para oficializar as coisas internamente – poder dizer para si mesmo “sim, estamos comprometidos um com o outro”, tem sua importância… Mas precisar dizer para os outros “sim, estamos namorando”… É algo bastante cretino!

Mas sabemos de onde vem esta necessidade. Eu sei, tenho certeza que você também: na intimidade você diz que “sou seu, exclusivamente seu, te amo”, mas na frente de amigos, família e possíveis paqueras, não assume… Ou seja, não está comprometido, quer manter as opções abertas.

A parte que eu não entendo, é porque as pessoas criam a ilusão que assumir um relacionamento publicamente é igual a um aumento de fidelidade. É notório que muita mulher só dá em cima de homem comprometido… Sim, isso existe! Então, pela lógica, não seria melhor esconder o relacionamento? Ah, então o motivo deve ser poder ter um troféu, um atestado público de “não sou fracassada, vejam – tenho alguém aos meus pés, alguém que me ama, que faria tudo por mim… E que assume isso em todos os momentos da vida”.

Pra que?

Não me entenda mal, não sou contra oficializar relacionamentos… Em muitos casos é até bonitinho. Só acho que essa deveria ser a ÚLTIMA preocupação de um casal apaixonado!

Primeiro queira estar junto, se ver, se falar… E torço para que seja bom o bastante, para você esquecer completamente de acessar e atualizar essas geringonças online. E se você não acessar, não vai se importar com o quão atualizada está a informação, não é mesmo?

Comecei o dia vendo uma piada com esse tema, mas não foi o suficiente pra “me revoltar” com o assunto, nem com a pressão que as pessoas fazem com coisas irrelevantes. A revolta veio mais para o final do dia, quando recebi o SPAM abaixo. Parece que foi o tema do dia – realmente o “status do Facebook” é agora algo muito importante, pois já é argumento de marketing para VENDA de serviços online.

E não, Par Perfeito, com essa mensagem vocês NÃO me convenceram a pagar pelo serviço. Só me lembraram que preciso deletar o pré-cadastro, que fiz há diversos meses, e estava inerte e esquecido.

Note como a mensagem é tendenciosa – está focada nos comentários que OS OUTROS fazem sobre o novo relacionamento. Ou seja, o foco é MOSTRAR que não está solteiro, e não o fato de não estar, por si só. Ridículo.

Minha irmã virou uma celebridade do WoW

Categorias: World of Warcraft

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Postado por Lux em: 03-05-2012

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Lindadmorrer. Famosa no fórum do World of Warcraft, guild master, e agora também colunista no blog WowGirl.