Post Aleatório . 03-05-2012

Minha irmã virou uma celebridade do WoW

Lindadmorrer. Famosa no fórum do World of Warcraft, guild master, e agora também colunista no blog WowGirl. Share this:EmailFacebookGoogleTwitter

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Quando o errado é certo

Categorias: Terapia

Postado por Lux em: 11-07-2016

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Há meses não apareço aqui. Há meses não apareço no divã do meu analista. Pausei a coisa toda – exceto os remédios. Tirei férias das preocupações, saí conhecendo gente, música nova, lugares, tendo experiências novas e resignificando experiências antigas.

Foram férias mais que merecidas.

Há tempos, nada me motivava. Isso mesmo – nada me dava uma vontade real de ir atrás – nem meus hobbies, nem pessoas, trabalho, entretenimento… Estive em banho maria esse tempo todo, sentindo que sempre pisava em ovos, com medo de correr, de arriscar, de quebrar a porra toda. Não consegui me apaixonar por ninguém que esteve comigo nesse período – tive boas experiências, conheci pessoas legais… mas rapidamente, a vontade que tinha era a de fugir. E como fugi!

Vivi de análise. De reflexão. De redescoberta e autoconhecimento. Essa era a minha motivação. Aprender e reescrever meu manual de utilização. Em algum momento, perdi a paciência, a motivação… Não queria mais entender, queria somente viver. Mas a vontade de viver não vinha.

E agora, do nada… aparece alguém que consegue me inspirar a fazer coisas. Que me dá vontade de estar junto e de ser alguém melhor. Não sei se estou apaixonada, ou apaixonando. É tudo novo (e isso é ótimo). Só sei que estou curtindo. Estou vivendo!

Hip Hip Hooray!!!

Menina, q-u-e – l-e-g-a-l! Está tudo ótimo! Porque então esse título de errado que é correto?

Explico. Me permiti conhecer alguém que me disseram que não prestava. Me permiti envolver mesmo com medos. Tudo pareceu errado, a princípio… Meu momento, o ritmo… Mas em todos os momentos me senti bem, senti que estava certo. E aí, racionalizo ou deixo a coisa toda fluir?

Finally, I’m going with the flow!
(e nem está doendo. Ao contrário, está delicinha!)

Sim, simples assim. Dane-se se é certo, errado, diferente… Eu quero viver. Posso?
Estou perguntando pra mim mesma, não pra você, tá?

Posso. Devo. Vou.

Se for pra quebrar a cara, que seja. Esse post não é sobre isso. Sobre um carinha novo, sobre paixonites… Esse post é sobre eu me dar ao direito de remover uma camada da minha grossa armadura. É sobre o direito que todos têm de ser felizes – eu, sim… eu tenho direito de ser feliz. Agora. Não amanhã. Não depois de cumprir certas premissas. A-G-O-R-A.

* medo *

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