Post Aleatório . 26-06-2009

The Hype Machine x last.fm

E a nooba aqui não sabia que existe uma ferramenta de integração do histórico dos dois sites. Dammit! Pra quem não conhece os sites: The Hype Machine (clique em settings, e depois na aba last.fm) last.fm Share this:EmailFacebook

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Diablo versão Aeon Flux?

Categorias: Games, Séries

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Postado por Lux em: 09-05-2012

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Infelizmente o nome PETER CHUNG, neste caso, não implica em uma animação poderosa, como foi Aeon Flux em seu tempo. Mesmo assim, é um trailer que foge do convencional e, por isto, vale a pena ser assistido.

A pena é que até o último segundo de vídeo, eu ainda esperava ver alguma cena ou personagem impressionante, e o máximo que conseguiu se destacar foi uma “anja” com a voz da Sylvanas Windrunner. Bleh.

Da próxima vez, aproveitem melhor a participação do Mr. Chung.

…e aproveitando o tema, o vídeo de abertura de Aeon Flux, com um diálogo que me perseguiu por anos! Maravilhoso!

Trevor Goodchild: The dream to awaken our world!
Æon Flux: You’re out of control.
Trevor Goodchild: I take control. Whose side are you on?
Æon Flux: I take no side.
Trevor Goodchild: You’re skating the edge.
Æon Flux: I am the edge.
Trevor Goodchild: What you truly want, only I can give.
Æon Flux: You can’t give it, can’t even buy it, and you just don’t get it.

Fringe está ficando chato…?

Categorias: Séries

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Postado por Lux em: 26-03-2012

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Sabemos o quão difícil é manter uma série de sci-fi interessante por muito tempo… A trama precisa ser coerente ao mesmo tempo em que beira ao absurdo… Precisa haver química entre os personagens ao mesmo tempo que precisa deixar uma brecha para conflitos e a entrada de novas pessoas… É um desafio e tanto, respeito muito o esforço envolvido.

Mas enfim, não é porque respeito que gosto.

Fringe começou a fazer besteira, quando deixou de lado a trama principal, pra focar no possível romance entre o Peter e a Olivia. Quando acabou a enrolação e eles efetivamente ficaram juntos, logo arrumaram um filho para o casal (que já desapareceu), e deram um jeito de separá-los e apagar a memória de todos… Isso somente para alguns episódios depois, argumentar que o AMOR impediu que a memória fosse completamente apagada, que o AMOR manteve o Peter ainda neste universo, que o AMOR fez todas as coisas loucas fazerem sentido.

Ok, amor é algo legal. Muito legal.

Mas nesse ínterim, ficou uma coisa besta, do tipo “faça qualquer porcaria na trama, que diferença faz? No final o amor resolverá tudo”. Pra uma série de ficção científica, estou achando deveras sem sal.

Mas não se iludam – ainda sou fã de Fringe, e com certeza assistirei a temporada toda. Só acho que está acabando o encanto. Não consigo imaginar que graça terá a próxima temporada… mas consigo chutar alguns possíveis caminhos:

  • O filho de Peter e Olivia reaparece em um universo paralelo, e é uma criança cheia de poderes. Mesma besteira que fizeram em X-Files.
  • Peter se torna um Observador e começa a fazer mais caca inter-universos
  • Decidem copiar Arquivo-X duma vez, e inserem aliens na trama
  • Apagam a memória de todo mundo de novo, e agora será o ódio que vai unir todos de novo. Bleh, sei lá… Imagino que farão uma enorme caca na próxima temporada. Fico triste.

Depois da morte súbita e decepcionantes das últimas séries de ficção científica que mais gostei – Stargate Universe e Caprica, estou antecipando o luto por mais uma. Mas vou pagar para ver…

Pra fechar: essa história de “o amor faz coisas impossíveis” misturado com ficção científica, me faz lembrar de dois filmes que detestei profundamente:

  • Sinais – pra que criar uma trama com ETs só pra provar que o personagem principal acredita em Deus?
  • Os Esquecidos – outro filme que coloca ETs na trama, só pra provar que nem uma lavagem cerebral alienígena é capaz de deletar o amor de uma mãe por um filho. Exceto pelo fato que deleta o amor de 99,9% das mães, só uma resiste.

Covert Affairs

Categorias: Séries

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Postado por Lux em: 22-07-2010

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Não consigo me lembrar agora de uma série moderna de espionagem em que o personagem principal não seja uma mulher. Talvez porque uma espiã mulher seja muito mais sexy, talvez porque James Bond seja suficiente pra esgotar o assunto por algumas décadas, não sei. Sinto falta desta versão.

Adorava Alias, La Femme Nikita, e acredito que também vou gostar de Covert Affairs. Desta vez a agência é a CIA, no mais me parece que o esquemão é o mesmo. Traz somente uma coisa que as séries anteriores tinham pouco: bom humor.

A mulher que parece um golfinho é a chefe da nossa personagem principal, já postei sobre ela no passado quando atuava em Surface.

Breaking Bad – Final de Temporada

Categorias: Séries

Postado por Lux em: 21-07-2010

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Comecei a assistir esta excelente série por uma indicação do querido amigo Sandro Cavallote, neste post aqui.

Pra não viajar completamente na trama, assisti a temporada atual desde o primeiro episódio. Não me arrependo nada, a série é excelente, virei fã. Talvez nesta fase sem episódios (já que a temporada deste ano acabou), eu assista até as temporadas anteriores.

Como o título da série sugere, se trata de pessoas boas virando más. A trama principal gira em torno de um professor de química que, em meio a um grande drama pessoal – cancer – desenvolve uma nova fórmula de metanfetamina, e começa a produzir. A venda inicialmente é feita por um aluno viciado, mais pra frente ele passa a fornecer para o principal traficante da área.

Nesta sequëncia de episódios eles são empurrados para um novo nivel de crime: assassinato. Nada envolve um surto de raiva, nem acidentes. As coisas fermentam por diversos episódios antes de serem consumadas. Esta é a graça de Breaking Bad, quando eles se tornam mais maus e fazendo algo mais criminoso, tudo que a gente pensa é “ufa, finalmente arrumaram uma solução”.

Ficamos maus junto com eles.

Os personagens desta temporada são ótimos:

Walter White (de chapéu na foto), é o professor de química, atualmente produtor de metaanfetamina. É um homem bastante calculista e lógico que, no entanto, toma algumas decisões bem estranhas. Lembra meu pai às vezes (que tambem é químico, mas nunca produziu drogas)

Mike é o “jagunço” do chefe do tráfico. Parece ser insensivel e frio, mas segue um certo código de honra. Não humilha nem ataca emocionalmente as pessoas que precisa atingir.

Jesse Pinkman é o moleque ex-viciado que já perdeu tudo por causa da droga e agora está aprendendo a ser adulto e ter valores. Seria quase como uma série dentro da serie: “Breaking Good”. É protegido do Sr. White.

Hank é cunhado do Sr. White, e trabalha na DEA. Sua maior missão é encontrar o fabricante da nova droga, a metanfetamina azul, produzida pelo Sr. White. Nesta temporada ele perde praticamente tudo: a sanidade, o emprego, o apoio da família e, por fim, quase perde a própria vida.

Skyler é a ex-esposa do Sr. White. Eles se separam nesta temporada, quando ela descobre o lance das drogas. Ela passa de boa esposa para amante vingativa e agora está desesperada para se tornar cúmplice do esquema de drogas, cuidando da parte de lavagem de dinheiro.

O Sr. Fring é a mente diabólica do esquema, chefe do tráfico. Parece um homem pacato, amável, sensível até, mas na verdade é um excelente estrategista em busca da monopolização do tráfico na região (em guerra com os carteis mexicanos). Parece seguir um código de honra, mas sempre ficamos em dúvida do que ele fará a seguir.Os diálogos dele com o Sr. White são fantásticos.

Gale é um químico adorável contratado pelo Sr  Fring para, a médio prazo, substituir o Sr. White no fornecimento de drogas. É aquele personagem que você sabe desde o início que vai pagar o pato, e fica agoniado pra saber como, quando e onde. Ah, e o mais importante: pelas mãos de quem.

…continua abaixo para um semi-spoiler.