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Quem aí nunca ouviu alguém dizendo “ah, fulano só é gordo pq é sem-vergonha!”?
Pois bem, sou eu.
Não nego minha origem, tanto meus genes italianos super fominhas, nem minha criação que me educou a comer sempre até a última bolacha do pacote.
Comer é bom, e quem sou eu pra me negar um dos prazeres mais básicos que existem? Sou a favor da lista completa de vontades básicas do ser humano, com alguma parcimônia quando é o caso. E que sejam poucos casos.
Claro que pra tudo há um limite – muitos sabem que ando noiada com peso, pq ultrapassei um limite que estipulei pra mim. Mas o que muitos não sabem, é que esse limite do que considero ideal pra mim é bem acima do que poderia se esperar pra uma pessoa de meros 1,66m de altura.
Sem falar em números exatos (afinal este é meu blog e eu posso me dar a esse luxo), o limite em que acho que estou super ultra bem, em que sou a bolachinha mais gostosa do pacote, é 50% acima daquele que os médicos dizem que eu devo ter.
Oh yeah, 50%. Literalmente.
Então o problema agora é que eu to ainda acima disso, uns 15Kg acima disso. OMG!
Pros magrelos e magrelas de plantão esse post deve ser quase um filme de terror, quantos números assustadores! 50%, 15Kg, argh!
Por um lado, busco voltar ao meu ponto ideal. Afinal me sentir bem é algo essencial.
Por outro, meu padrão estético sempre foi alheio aos gostos da maioria então, dentro de um limite, tá tudo certo.
Essa sou eu: |